Nexa Vision
Captura visual e geoespacial das áreas operacionais e da infraestrutura, com recorte por polígono.
Infraestrutura de óleo e gás se estende por centenas de quilômetros e boa parte das áreas operacionais é de acesso restrito. A Convex combina percepção visual, monitoramento territorial recorrente e coordenação de missões remotas para observar essas áreas sem exigir presença humana em cada ciclo.
A infraestrutura de óleo e gás se estende por grandes distâncias e inclui áreas operacionais de acesso restrito. A Convex combina percepção visual, monitoramento territorial recorrente e coordenação de missões remotas para observar essas áreas sem exigir presença humana em cada ciclo.

Dutos, well pads, tanques e unidades de processamento se estendem por centenas de quilômetros, tornando a inspeção presencial frequente inviável.
Locais de risco exigem inspeção, mas cada visita é uma exposição a ser justificada.
Áreas operacionais se alteram entre ciclos; sem comparação temporal, a mudança não é percebida.
Fotos e vistorias existem, mas raramente formam um histórico comparável da mesma área.
Condições climáticas e de iluminação afetam a percepção e precisam ser tratadas no processamento.

/ Inteligência e visão computacional em óleo e gás
Da observação da operação ao diagnóstico, dados transformados em decisões operacionais mais claras.
A mesma arquitetura atravessa todos os setores. O que muda é qual camada é crítica e quais sistemas proprietários entram em operação.
Captura visual e geoespacial das áreas operacionais e da infraestrutura, com recorte por polígono.
Leitura das mudanças entre ciclos e redação do diagnóstico da área observada.
Contexto ambiental do período: chuva, temperatura e condições que influenciam a área.
Planejamento e estado das missões remotas de inspeção, com telemetria.
Execução física em área operacional, quando tecnicamente aplicável. Em desenvolvimento.
Fontes compatíveis com os sistemas em operação neste setor. Nenhuma camada é assumida: cada área monitorada declara o que está disponível.
Capturas visuais da infraestrutura e das áreas inspecionadas.
Polígonos das áreas operacionais e recorte por região de interesse.
Comparação da mesma área entre ciclos sucessivos.
Estado das plataformas em missão de inspeção.
Rota planejada, execução e resultado de cada ciclo.
Condições climáticas locais no intervalo observado.
Cada aplicação descreve o problema tratado, os dados usados, o sistema Convex responsável e a saída operacional gerada.
Vistoria presencial cara e exposta a risco.
Alterações graduais passam despercebidas sem comparação temporal.
Extensão maior do que a capacidade de inspeção presencial.
Necessidade de repetir a mesma rota com consistência.
Condições climáticas explicam parte do que a imagem mostra.
A missão de inspeção percorre a área e registra o material visual do ciclo.
As capturas são recortadas por área de interesse e normalizadas.
Nexa M1 compara o ciclo com o histórico e descreve as mudanças observadas.
Regiões com mudança relevante são destacadas para avaliação técnica.
A equipe define vistoria dirigida ou intervenção sobre o ponto apontado.
O ciclo é arquivado e passa a servir de referência para a próxima comparação.
Recorte espacial das áreas e infraestrutura observadas.
Destaque das mudanças relevantes entre ciclos.
Evolução da mesma área ao longo do tempo.
Estado das plataformas durante a missão.
Consolidação por ciclo e por área monitorada.
Registro visual comparável e consultável.
Distinguimos explicitamente o que está em operação do que ainda está em desenvolvimento. Pesquisa e protótipo não são apresentados como produto implantado.
Captura, recorte e registro comparável entre ciclos. Potencial de aplicação em estudo.
Observação recorrente com recorte geoespacial e relatório por ciclo. Potencial de aplicação em estudo.
Leitura comparativa entre ciclos da mesma área. Potencial de aplicação em estudo.
Planejamento e execução coordenada de rotas recorrentes.
Atuação robótica em área operacional, quando tecnicamente aplicável.
Trechos lineares que exigem cobertura recorrente.
Regiões operacionais com alteração frequente de configuração.
Áreas que mudam de volume e geometria entre ciclos.
Instalações distribuídas que exigem verificação periódica.